Pesquisa Científica sobre Meditação

          Os efeitos sobre o corpo (fisiológicos) e a mente (psíquicos) foram relatados em várias pesquisas científicas ao longo da história como é citado no livro Medicina e Meditação: um médico ensina a meditar do autor Roberto Cardoso. As mais relevantes são: em 1971 um grupo da Universidade de Harvard após analisar um grupo de meditadores concluiu que com a prática ocorre uma diminuição da freqüência cardíaca, redução da freqüência respiratória, menor consumo de oxigênio, ou seja, redução no consumo de energia, menor eliminação de dióxido de carbono (conseqüência do menor gasto de oxigênio), diminuição da condutância elétrica da pele (indicando relaxamento) e ampliação da intensidade de ondas alfa (ampliação das ondas relacionadas com o relaxamento), com isso conclui-se uma grande diminuição do metabolismo e da reserva energética do corpo, com mais benefícios até que uma noite de sono.

          Outra pesquisa relata a ação da meditação sobre o sistema nervoso autônomo, fazendo os intestinos terem maior ou menor atividade, a dilatação das pupilas como ocorre numa situação de estresse, voltaram ao diâmetro habitual em tempo menor, sugerindo que apesar dos meditadores serem capaz de disparar as chamadas “reações de alarme” necessárias em situações de emergência é menos nocivo ao organismo devido o tempo ser menor. Em relação aos hormônios do organismo, as pesquisas indicam uma redução dos níveis de cortisol, aldosterona e noradrenalina (substâncias ligadas ao estresse) e aumento da serotonina (hormônio ligado ao bem estar).